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NSA espiava usuários de Second Life e WoW

NSA espiava usuários de Second Life e WoW

Publicada as 11:15h em 12 de dezembro de 2013


A NSA, agência de segurança nacional dos EUA, e a GCHQ, órgão similar do Reino Unido, infiltraram-se e espiaram as atividades de jogadores em games online como “World of Warcraft” e serviços como “Second Life” e o Xbox Live, revelou um documento liberado ao público pelo analista Edward Snowden, em colaboração entre o New York Times, The Guardian e ProPublica.

Nomes e contatos de figuras de organizações e países foram encontrados pelos agentes nos games online, mas não há informações se algum ataque ou plano terrorista tenha sido evitado por estas ações.

Por volta de 2008, órgãos de espionagem suspeitavam de que organizações terroristas pudessem usar jogos online como “World of Warcraft” e “Second Life” para entrar em contato com outras células, movimentar dinheiro e planejar ataques, e possibilidade da identificação de usuários por fotos ou geolocalização tornou a operação mais atraente.

Por meio de criação de personagens e extração de metadados dos servidores a NSA obteve informações de pessoas relacionadas a grupos como a Al-Qaeda e o Hezbollah, além de “engenheiros de telecomunicações, motoristas de embaixada, cientistas, militares e outras agências de inteligência” que eram usuários ativos dos jogos.

Dados do serviço online Xbox Live, do Xbox 360 e PC, também foram extraídos pelas agências.

Em busca de terroristas

Agências como o FBI e a CIA também infiltraram agentes em “Second Life” para encontrar suspeitos e criminosos, tanto que um dos documentos indicam que o interesse nesta área era tão grande que tornou-se prioridade organizar as investigações para não haver conteúdo duplicado.

Segundo os documentos, só houve menção de uma operação que deu frutos, envolvendo um grupo que utilizava dados de cartões de crédito roubados que se continuaram suas operações no jogo após terem seu site removido.

Um representante da Blizzard Entertainment, de “World of Warcraft”, informou ao The Guardian que, se houve alguma monitoração de seus jogadores, ela foi feita sem consentimento da empresa. A Linden Lab, de “Second Life, e a Microsoft não se pronunciaram.

Ainda não se sabe qual o método utilizado pelas organizações para extração de dados ou quais os usuários que foram alvo desta monitoração.





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